Rio faz caminhada pela descriminalização da maconha

Cerca de 250 manifestantes fizeram uma caminhada na orla de Ipanema em defesa da descriminalização da maconha, no fim da tarde de hoje. Cantando slogans como “Eu sou maconheiro / com muito orgulho / com muito amor”, eles partiram do Arpoador em direção ao Posto 9 da praia.

Os manifestantes carregavam cartazes e desenhos com rosto de políticos que defendem a legalização das drogas, como do governador do Rio, Sérgio Cabral Filho, e do deputado Fernando Gabeira (PV/RJ), que não estavam presentes à manifestação. Alguns participantes levaram a erva e fumaram no local.

O psicólogo Luiz Paulo Guanabara, diretor da ONG Psicotropicus, da organização do evento, defendeu que a descriminalização deve vir acompanhada de medidas, como restrição de venda em estabelecimentos específicos, divulgação de informações sobre o assunto e plantação da cannabis sativa para consumo próprio.

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, participou da concentração do evento, que começou às 14hs e defendeu a legalização. Mas pregou que a medida, isoladamente, não resolveria o problema da violência. “É preciso a legalização com outras medidas”, citando o combate à corrupção na polícia e campanhas de educação, dentre outras ações. Próximo do evento, opositores da propostas divulgavam panfletos. Era o caso do vereador Mácio Pacheco (PSDB) e do representante de uma associação religiosa chamada Opus Christi, João Carlos Rocha.

Na parte da manhã, perguntado sobre o assunto, o Secretário de Estado da Segurança, José Mariano Beltrame comentou que “esse é um movimento da população”. “Um grupo de adeptos de um hábito que está se mobilizando para formar massa crítica para que posteriormente se decida sobre a liberação ou não da droga”, complementou o secretário. Beltrame disse ainda que, ao contrário dos anos anteriores, quando a marcha foi acompanhada e até filmada por policiais militares do serviço reservado, não houve orientação para que seja iniciada nenhum tipo de investigação. E que a polícia acompanharia o evento “para manter a ordem”. (Colaborou Clarissa Thomé para a Agência Estado).

Podem me achar careta, reacionário, mas aí está uma das principais causas da violência reinante nas grandes metrópoles, particularmente no eixo Rio de Janeiro e São Paulo.

Todos sabem, está relatado em inúmeros estudos médico-científicos, que a maconha é normalmente apenas, o que se chama, a droga de entrada. A grande maioria dos narcodependentes envereda para drogas ditas mais pesadas (cocaína, heroína, etc.)

Não é a descriminalização da maconha, que vai propiciar a diminuição da violência, porque o tráfico das outras substâncias continuará existindo.

O secretário Carlos Minc diz: – “É preciso a legalização com outras medidas”, citando o combate à corrupção na polícia e campanhas de educação, dentre outras ações. Ha, ha, ha… Ainda que o secretário do Vapor Ambiente e seus co-adeptos, em suas lucubrações, estejam, só um pouquinho certos, vocês acreditam que com os políticos que nós temos, estas medidas serão realmente implementadas?  O Governador Sérgio Cabral, nos poucos momentos em que governa, solicitou o apoio do Governo Federal, o que é que temos de concreto? Só blá blá blá. Muitas reuniões, muitos almoços e jantares, tapinhas nas costas de cá, abraços e apertos de mãos pra lá, sorriso amarelo pra todos. E tome bala encontrada em corpos….

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