Microsoft não pode vencer batalha contra Linux, diz colunista

De AppleMania.info

A ameaça da Microsoft de cobrar royalties de distribuidores e usuários de software de código aberto pode ser uma tentativa de desviar a atenção de questões maiores envolvendo seu negócio, como a falta de interesse em novas versões de produtos-chave e lucros menores que o esperado.

“Como derrotar um superpoder intocável? Em muitos casos, ele tolamente se envolve em uma guerra que não pode vencer e simplesmente consome a si mesmo”, comenta Daniel Eran em artigo para o site RoughlyDrafted.

Ameaçada pela intrusão da concorrência do software de código aberto, a Microsoft há muito meteu-se numa guerra de propaganda contra o software grátis, particularmente contra o Linux, mas recentemente levou o conflito à arena das causas perdidas, comenta Eran.

“Quanto de sua popularidade a Microsoft afetará ao aumentar seu nível de ataques contra o Linux? E essa guerra ficará convenientemente confinada a uma terra distante ou trará temor e aflição aos próprios clientes da Microsoft? Serão os próprios usuários da Microsoft transformados em inimigos em potencial em um ataque maciço ao estilo RIAA?”, questiona ele, referindo-se à associação das gravadoras de música americanas que processou individualmente milhares de usuários que baixaram música ilegalmente pela Internet.

Eran cita o fato de que, ao ser perguntado pela revista Fortune se a Microsoft pretende processar seus próprios usuários em busca de royalties tal como fez a indústria da música, o CEO Steve Ballmer respondeu: “Essa é uma ponte que não atravessamos e uma ponte que não quero atravessar hoje ao telefone com você.”

Mais detalhes no extenso artigo completo de Eran.

Em artigo intitulado “Queixa da Microsoft sobre patentes atinge problemas internos” para o IDG News Service, Elizabeth Montalbano diz que, de acordo com advogados especializados em propriedade intelectual, tudo o que a Microsoft está fazendo é simplesmente espalhar medo, incerteza e dúvida.

Segundo ela, Eric Raymon, defensor do Linux, acha que a questão da violação de patentes das quais se queixa a Microsoft envolve patentes que não valem o papel onde estão impressas. “É quase certo que todas essas patentes são lixo”, disse ele em entrevista por e-mail. “Se a Microsoft estivesse defendendo alguma patente realmente relevante, não precisaria fazer barulho com ameaças vagas. Simplesmente publicaria o número das patentes e seria o fim do Linux.”

Mais detalhes no artigo completo de Montalbano

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