701/ Alemanha mostra interesse em apoiar reconstrução de Angola

De AngolaPress

ingowinkelmann

A Alemanha quer acompanhar e incrementar o seu apoio ao processo de reconstrução de Angola, na sequência do melhoramento do nível da cooperação bilateral registrado nos últimos dois anos.

Este interesse foi manifestado em Luanda, pelo embaixador da Alemanha em Angola, Ingo Winkelmann, ao final de uma audiência que lhe foi concedida pelo presidente da Assembléia Nacional, Roberto de Almeida.

O diplomata, em fim de missão depois de dois anos de trabalho, disse deixar o país dentro de uma semana “com grande satisfação, porque nos últimos tempos houve uma grande melhoria nas relações de cooperação, particularmente nas áreas cultural e econômica.”

Ingo Winkelman destacou a participação de Angola no campeonato mundial de futebol realizado em 2006 na Alemanha e o estabelecimento no país de pequenas e médias empresas alemãs como sinais positivos do incremento dessa cooperação.

De acordo com o embaixador, estas ações muito concretas demonstram que o povo alemão quer acompanhar Angola no seu processo de reconstrução econômica, depois de quase três décadas de guerra.

“Nós alemães compartilhamos a experiência de quão difícil é recomeçar uma vida do Estado, depois de uma guerra”, disse o Ingo Wilkeman, que expressou também os seus agradecimentos ao presidente da República, José Eduardo dos Santos, e ao povo angolano, pela maneira como nos últimos dois anos foi recebido no país.

A história da cooperação entre os dois países indica que os primeiros êxitos da nova parceria iniciaram em 2005, com a liquidação por parte dos angolanos das antigas dívidas com a ex-República Democrática Alemã, seguindo-se em 2006 numerosas visitas recíprocas de governantes e deputados.

Em 2006, radicaram-se meia dúzia de pequenas e médias empresas alemãs em Angola, enquanto em março de 2007 entrou em vigor o Contrato de Proteção de Investimentos bilateral.

Para fins de setembro deste ano, espera-se a visita do ministro alemão da Economia, a Luanda, no quadro do incremento da cooperação.

As autoridades alemãs acreditam que a dinâmica econômica do país poderá levar a parceria bilateral para outras áreas: cultura, ciência, justiça, augurando um papel positivo dos angolanos que nos anos 70 e 80 estudaram na Alemanha.

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