804/ Papa Bento XVI pede ajuda internacional para os povos do Sudeste Asiático

De CM para a Rádio Vaticano

O Papa Bento XVI assomou, no final da manhã de domingo (12/08), à janela dos seus aposentos, que se abre para o pátio interno da residência pontifícia de verão, em Castel Gandolfo, nas imediações de Roma, para rezar, juntamente com os fiéis e peregrinos presentes, a oração mariana do Angelus.

Na alocução que precedeu a oração, o papa recordou que a liturgia daquele domingo nos prepara para a solenidade da assunção de Maria, que se celebra quarta-feira, 15 de agosto.

Essa página evangélica convida os cristãos a distanciar-se dos bens materiais a maioria dos quais, ilusórios e a praticar, fielmente, nosso dever, com o olhar voltado para o céu, onde a Virgem Maria nos aguarda.

“A verdade é que estamos todos apenas de passagem na terra” ponderou Bento XVI, recordando as palavras do Senhor: “Felizes os escravos que o senhor achar vigiando”. “É assim que devemos viver nossa existência: rezando e fazendo o bem, com responsabilidade em relação ao mundo, para construirmos um mundo melhor” argumentou o pontífice.

Com essas palavras, Bento XVI quis recordar que, vivendo de modo sábio e previdente, temos que levar sempre em consideração o nosso destino e as realidades que definimos como “últimas”: a morte, o juízo final, a eternidade, o inferno e o paraíso. O papa se disse confiante em que, “dos céus, a Virgem Maria vela por nós, nos ajuda a não nos esquecermos que, aqui na terra, estamos somente de passagem; Ela ensina como devemos nos preparar para o encontro com Jesus, que está à direita de Deus Pai, Todo-poderoso. De lá, Ele julgará os vivos e os mortos”.

Após a oração do Angelus, Bento XVI expressou seu pesar e solidariedade para com os povos do sudeste asiático, que estão sofrendo as conseqüências das graves inundações dos dias passados. Muitas pessoas perderam a vida, e milhões estão desabrigados. “Nos dias passados, graves inundações devastaram vários países do sudeste asiático, causando numerosas vítimas e deixando milhões de pessoas desabrigadas. Ao exprimir minha profunda participação na dor das populações atingidas sublinhou o Santo Padre exorto a comunidade eclesial a rezar pelas vítimas e a amparar as iniciativas de solidariedade promovidas para aliviar os sofrimentos de tantas pessoas duramente provadas. Que não falte a estes nossos irmãos e irmãs, a ajuda tempestiva e generosa da comunidade internacional!”

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