1031/ A matrona petista

Julio César Cardoso* para o Jornal Metropolitano

A matrona petista do Senado, Ideli Salvatti, está fazendo história com suas pérolas arguciosas em defesa dos interesses sombrios de seu partido e aliados. Nada contra a sua aptidão subserviente lulista para encontrar justificativas para tudo, inclusive para defender o mandato do senador alagoano Renan Calheiros.

idelisalvatti

Quem não se lembra de sua atuação no Senado por ocasião da reforma da Previdência Social, em que foram violentados os direitos adquiridos dos servidores federais inativos?

Naquela ocasião ela e o seu partido reprovavam veementemente o comportamento de alguns "companheiros" que teimavam em não atender ao comando petista, para votar com o governo a famigerada reforma previdenciária. E alguns foram até punidos com a expulsão do PT (ex-senadora Heloisa Helena, ex-deputados Babá e João Fontes, e a deputada Luciana Genro).

Agora curiosamente a combatente senadora de forma capciosa demonstra bom jogo de cintura ao declarar aos quatro ventos que os senadores petistas e aliados votassem o caso Renan de acordo com as suas consciências. Bravo, senadora, bravo! A senhora é uma grande estrategista. Está aprendendo muito com o seu mestre Lula.

Mas essa forma de fazer política de compadrio em que os interesses escusos de troca de favores falam mais alto só tem levado o Parlamento ao descrédito nacional. E a senadora Ideli Salvatti, que vendia uma imagem à nação, em defesa do governo federal, de seriedade política, claudica redondamente ao demonstrar apoio inequívoco a um político sobre o qual pairam fortes acusações sobre a sua vida particular e política. Então, onde está a moralidade política da líder do PT no Senado, para bem representar a sociedade brasileira, que fraqueja quando devia ser forte na defesa da honra do estamento nacional?

Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
Porto Alegre-RS

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7 comentários sobre “1031/ A matrona petista

  1. As eleições e os oportunistas

    As eleições estão próximas. O cabideiro de emprego está aberto, bem como o caminho que leva muitos oportunistas a desfrutar as glórias do poder, prestígios, salários confortáveis e outras mordomias pagas pelos contribuintes nacionais. Os novos e os velhos (reeleição) candidatos se apresentam com acenos educados e prometendo o que geralmente não cumprem.

    Como o nosso sistema constitucional político não dá ao cidadão o direito de cassar diretamente os políticos indecorosos ou não cumpridores de suas promessas, podemos afirmar que, enquanto não for realizada uma ampla reforma política de repercussão constitucional, dando ao povo maiores poderes de interferência legislativa, os candidatos continuarão sendo eleitos pelo antidemocrático voto obrigatório e sem grandes compromissos com o eleitor. Ou seja, depois de eleitos, como sempre, dão uma costumeira banana ao povo brasileiro.

    O voto é obrigatório – uma imoralidade constitucional -, mas você não é obrigado a jogar fora o seu voto, escolhendo qualquer um, se não tiver plena consciência da seriedade dos candidatos apresentados. Os candidatos oportunistas estão sempre de plantão tentando dar o bote no incauto eleitor. Em candidato ficha suja nem pensar. Procure informação sobre cada candidato Se você não tiver consciência da lealdade e seriedade dos candidatos, não os eleja. É um direito seu. Não seja tomado pelo apelo falacioso daqueles que pregam a obrigação de votar. O voto obrigatório não seleciona. Ele tem sido a causa da existência de grande parte de políticos corruptos.

    O voto facultativo, sim, é o voto de qualidade, é o voto de povo desenvolvido, de cidadãos que exercem o seu poder de decisão por livre e espontânea vontade. No voto facultativo não existe moeda de troca de favores. Mesmo que você negue o seu voto a qualquer candidato, o seu direito posterior de poder criticar o mau comportamento de qualquer parlamentar está resguardado porque você continua sendo um contribuinte potencial da alta carga tributária brasileira, que vai pagar o salário e as benesses desses parlamentares. O político é um empregado do contribuinte nacional.

    Enquanto persistir o sistema político caolho e de objetivo solerte do voto obrigatório, o nosso Parlamento continuará sendo palco de atores mambembes a rirem de nossa cara. O projeto de iniciativa popular Ficha Limpa, recentemente aprovado pelo Congresso Nacional, já é um sinal de bons ventos, e precisa avançar mais.

    Assim, eleitor, no dia da eleição, diga não à reeleição de qualquer político. Política não é profissão, é mandato transitório. O Parlamento precisa de constante renovação. A continuidade de política parlamentar só tem causado prejuízo ao erário e à imagem do Congresso. O Parlamento não é refúgio de gente que não tem competência para se estabelecer na vida privada, ou que não tenha o que fazer na sua vida particular. Ninguém é insubstituível, inclusive políticas governamentais defendidas por alguns não podem servir de pretextos para tutelar candidata à Presidência da República sob a pretensiosa argumentação de continuidade de programas políticos indefectíveis, em flagrante desrespeito à capacidade de projetos políticos de outras agremiações partidárias.

  2. Senado sem seriedade

    Eleitores brasileiros! Não reelejam nenhum parlamentar porque você estará contribuindo para a continuação do cabide de emprego ou da nefasta “profissionalização” de políticos oportunistas, sugadores do erário, que ficam rindo de nossa cara todas as vezes que contestamos os seus procedimentos imorais como os aqui abordados pelo portal do Congresso em Foco:

    19/01/2010 – 06h20
    Um Senado que quase vale por dois, nos gastos – Despesas dos senadores com verba indenizatória em 2009 dariam para pagar outros 81 senadores por oito meses – O que o Senado gastou em 2009 com verba indenizatório daria praticamente para pagar o salário de um outro Senado
    Renata Camargo e Edson Sardinha
    Os parlamentares brasileiros gastam muito, e quem paga a conta é o contribuinte. O Senado ressarciu R$ 10,74 milhões de despesas que os senadores atribuíram ao exercício do mandato apenas em 2009. Com o valor, seria possível manter outro Senado por quase um ano. Mais precisamente, pagar oito meses de salário (R$ 16,5 mil) para outros 81 senadores. Trazendo os números para uma realidade mais próxima do brasileiro, daria para garantir um salário mínimo (R$ 510) a 21.058 trabalhadores ou, ainda, comprar 102.735 cestas básicas (tomando-se o valor mais alto, de São Paulo, de R$ 104,54).
    O Congresso em Foco apresenta hoje os detalhes de como cada senador foi reembolsado, mês a mês, por meio da chamada verba indenizatória no ano passado. Cada gasto, cada detalhamento. Os dados fazem parte de levantamento feito pelo site no Portal da Transparência, do Senado.Clique aqui para ver os gastos dos senadores, por ordem alfabética
    O benefício é destinado aos parlamentares para cobrir gastos com aluguel de imóvel, materiais de escritório, locomoção, consultoria, alimentação e outras despesas relacionadas ao exercício do mandato. A verba é utilizada por meio de ressarcimento, ou seja, os senadores fazem a compra e apresentam a nota fiscal ao Senado. Cada parlamentar tem direito a gastar até R$ 15 mil mensais.Dos 86 senadores que exerceram o mandato no ano passado, quatro parlamentares gastaram o limite de R$ 180 mil a que tinham direito para cobrir o total de suas despesas: Fernando Collor (PTB-AL), Demóstenes Torres (DEM-GO), Gilvam Borges (PMDB-AP) e João Ribeiro (PR-TO). Apenas dois – Marco Maciel (DEM-PE) e Pedro Simon (PMDB-RS) – não tocaram na verba.
    Os gastos de 2009 apontam uma ligeira queda (4,6%) em relação aos R$ 11,2 milhões registrados em 2008. Essa redução coincide com a maior transparência nos gastos: desde abril do ano passado, o Senado passou a identificar na internet as empresas contratadas pelos senadores. Até então, essas informações eram mantidas no mais absoluto sigilo.
    Despesas em alta
    Combustíveis, lubrificantes, hospedagem, alimentação e aluguel de veículos compõem o item mais usado pelos senadores para pedir ressarcimento ao Senado. Ao todo, R$ 4,2 milhões da verba indenizatória foram usados para cobrir despesas dos gabinetes com hotéis, restaurantes e bares, postos de gasolina, aluguel de carro e táxi aéreo. Dinheiro suficiente para cobrir, por exemplo, 13 anos de diária no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro (R$ 840 a diária).
    Só o senador Romeu Tuma (PTB-SP), como mostrou na segunda-feira (18) o Congresso em Foco, gastou R$ 14 mil em três diárias num resort country de luxo em Barretos (SP), durante a famosa Festa do Peão de Boiadeiro da cidade.
    Somente a despesa dos dez parlamentares que mais gastaram com combustível nos últimos nove meses de 2009 daria para bancar 291 viagens de carro (com a gasolina a R$ 2,80) entre as duas capitais mais distantes do País, Porto Alegre (RS) e Boa Vista (RR), separadas por 5.348 km. Juntos, eles gastaram R$ 436,63 mil para abastecer seus veículos. Dinheiro suficiente para rodar 1,5 milhão de quilômetros, ou cruzar 115 vezes a Terra (o diâmetro da Terra é de 13 mil quilômetros).

    Veja quem mais gastou com combustíveis
    O aluguel de escritórios políticos foi o segundo item de maior despesa no ano passado. Os senadores consumiram R$ 2,58 milhões para manter as instalações de suas representações políticas nos Estados que representam. O senador Gilvam Borges, por exemplo, recebeu R$ 300 mil nos últimos dois anos para ressarcir despesas mensais de R$ 15 mil com o aluguel de um escritório político em Macapá. No local indicado pelo senador, funciona uma fábrica de toldos.
    Veja os gastos dos senadores com aluguel
    Campanhas turbinadas – O terceiro maior gasto ficou por conta da divulgação da atividade parlamentar, impulsionada pelos senadores pré-candidatos, que utilizaram quase 90% dos R$ 1,78 milhão destinados à publicidade das ações dos parlamentares. Foram R$ 614 mil gastos a mais, um crescimento de 52% em comparação com o ano anterior. Dos 20 senadores que mais utilizaram recursos da chamada verba indenizatória para dar publicidade às suas ações, apenas dois não pretendem se candidatar este ano. Somente esses 18 pré-candidatos receberam R$ 1,24 milhão do Senado para ressarcir gastos com a divulgação do mandato. Isso equivale a 70% de todo o montante.Suplente do senador Jayme Campos (DEM-MT), Osvaldo Sobrinho (PTB-MT) destinou mais de 80% da verba indenizatória no Senado para divulgar seu mandato em rádios de sua propriedade. Dos R$ 14.773,22 utilizados por ele em outubro, R$ 12 mil foram para pagar divulgação de suas atividades em três emissoras do Grupo Osvaldo Sobrinho.
    Quanto cada senador gastou com a divulgação do mandato
    Collor na frente. Apesar de o Senado ter um respeitado e bem remunerado corpo de consultores legislativos, as despesas com a contratação de consultorias, assessorias e pesquisas técnicas consumiram R$ 1,57 milhão de toda a verba indenizatória. O ex-presidente Collor foi quem mais buscou assessoria fora do Congresso. Ele gastou R$ 128,5 mil com consultoria. Ou seja, 71% de toda a verba indenizatória que lhe cabia. A rubrica também foi usada pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), destinar R$ 38,6 mil para uma empresa cuidar da manutenção de seu acervo pessoal de livros, em sua residência oficial, em Brasília.
    Veja os gastos dos senadores com consultoria
    Os senadores consumiram ainda R$ 600,18 mil para comprar materiais de escritório e programa de computador, alugar móveis e cobrir despesas postais em 2009. Mário Couto (PSDB-PA) foi quem mais usou a verba para cobrir esse tipo de despesa. Foram R$ 67,5 mil em 2009.
    Veja os gastos dos senadores com materiais.Leia ainda:Tuma gastou R$ 14 mil em hotel de cowboy.Tuma gastou toda a verba com locomoção.Eles cruzaram 115 vezes a Terra. E você pagou.Os gastos dos dez senadores que mais consumiram combustível.Viagens pelo interior, a justificativa dos senadores.Mais de R$ 4 milhões com hotéis, restaurantes e gasolina.Veja quanto cada senador gastou em 2009.Senadores usam verba como bem entendem.Senadores aumentam gastos com publicidade em 52%.Quanto cada senador gastou com a divulgação do mandato.Senadores dizem que gastam para prestar contas.

  3. A dona Ideli “Salafrati” não está perdendo por esperar , tenho pena do povo de Santa Catarina me parece de onde esta peça vêm, como tal vejamos a Lei de Retorno como os tufões/ furacoes/ tornados que assolam aquele lindo Estado e generoso povo que não merece uma senadora desta estirpe, isto tudo é o efeito “Ideli”, só os meteorologistas de plantão explicam este catastrófico processo na terra de dona Ideli “salafrati”.

  4. Antes da entrada de algum petralha por aqui, gostaria de sugerir a publicação de uma materiazinha simples sobre pesquisas de popularidade. Por que o Presidente Lula da Silva não comparece a estádios de futebol? Li que foi aconselhado a evitar lugares públicos e só discursar com ‘porteira fechada'(e claque). Isso devido à sua aparição no Maracanã cheio na abertura do Pan. No evento, levou uma vaia longa e estrepitosa. Parece que seguiu o conselho. Mas valeria apenas como enquete. Por que Lula não comparece a estádios de futebol?

  5. Concordo. Memória curta é nossa característica. Denota um não hábito de leitura, até mesmo da classe média semi-letrada. Mas com essas ‘pesquisas’ da Sensus-CNT(sempre ela) e tal ‘popularidade’ e o tal ‘índice de aprovação’, as pessoas ficam mais esquecidas. Uma amiga minha, outro dia, me disse que não sabia que Sarney, Barbalho e Collor de Melo estavam ‘com o governo’. Ficou meio espantada. A tal Ideli personifica esse vale-tudo em nome do Governo, mesmo traindo o antigo PT em tudo.A classe média oprimida é taxada de ‘elite branca’,’direita saudosista’, etc… K,k,k,k… Só se for saudade da honestidade.

  6. Às viúvas de Collor

    O ex-presidente Fernando Collor de Mello volta à ribalta, após um período de regalo longe do Senado, agora presidindo a Comissão de Infraestrutura daquela casa.
    Eta paisinho de memória curta e de eleitor sem consciência nacional! Se até o rinoceronte “Cacareco” e o macaco “Tião” já foram eleitos, não é nenhuma surpresa a volta de figuras controvertidas à política brasileira.
    Collor é um mal secreto que de vez em quando dá as caras para fazer suas estripulias como o diabo gosta. Collor é um pobre de espírito: “Quanta gente que ri talvez existe, cuja ventura única consiste em parecer aos outros venturosa”. Collor é aquele que apunhala e depois pergunta se a estocada doeu.
    Quantos “velhinhos” doentes, que usavam suas poupanças para comprar remédio e viver, suicidaram-se por causa de um desvairado? As viúvas saudosas de Collor não devem esquecer sua desastrosa política econômica de confisco financeiro. Mesmo que as poupanças tenham sido posteriormente devolvidas, elas não foram resgatadas com as devidas correções monetárias, razão por que até hoje os tribunais estão abarrotados de ações de poupadores.
    Seriedade não se calcula em metro. As pessoas são ou não são sérias. Não existe meio isto ou meio aquilo. Ser ou não ser, eis a questão. Quando falam e comparam que Collor sofreu impeachment por causa de um automóvel Elba ou por sobra de dinheiro de campanha cujos deslizes foram muito menores aos praticados por governos posteriores, nada disso é elemento justificável para remir a sua culpabilidade. Lamentavelmente, o País é o reflexo da política de oportunistas, que só visam às glórias do poder.
    Às viúvas de Collor de Mello recomenda-se ler República na Lama, de José Nêumanne Pinto e Passando a Limpo, de Pedro Collor de Mello.
    Julio César Cardoso
    Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
    Balneário Camboriú-SC

  7. Elle está de volta
    O Brasil ainda não esqueceu do calote que a política econômica de Fernando Collor de Mello deu em milhões de brasileiros, que tiveram suas poupanças surrupiadas. Eu fui um dos que votaram em Collor para presidente da República, infelizmente. E sofri prejuízos financeiros. Lamentavelmente, este País tem eleitor para tudo… e memória curta. Por isso a nossa política e os nossos políticos, com raras exceções, representam o quadro mais degradante de maus exemplos nacionais.Quando o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), um dos honrados parlamentares, denuncia a pouca-vergonha de membros do PMDB, ele está coberto de razão e ninguém tem elementos para contestá-lo porque é esse compadrio espúrio de acordos escusos de toma lá, dá cá que tem orientado negativamente a troca de interesse no Congresso Nacional. Daí a afirmação do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), de que a eleição de Fernando Collor para a presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado é resultado de “aliança espúria”, o que gerou mal-estar entre o PT e o PMDB. E vejam quem deu uma “mãozinha”: senador Renan Calheiros (PMDB-AL).Não tenho matiz partidário, sou um brasileiro comum que não precisou da política para o seu ganha-pão. Quando jovens e famílias nacionais falam em deixar o País, é porque estão enojados de assistir à mesmice dos velhos truques de políticos carreiristas, que só querem tirar vantagem para si ou para o grupo que representam, com antigas práticas de políticas perniciosas que contrariam o interesse coletivo da sociedade e principalmente das classes mais necessitadas.De tudo isso, é o voto constitucional obrigatório – não-democrático – o verdadeiro responsável de conduzir e reconduzir muitos elementos inescrupulosos à política, porque a falta de cultura (política) de nossos apedeutos tupiniquins arrastam-nos, como incautos, a votar em qualquer um. E, assim, os cargos públicos, as comissões e presidências do Congresso Nacional vão se aviltando com a negociata pelo preenchimento de suas vagas. Este é o deplorável quadro da política brasileira.
    Julio César Cardoso
    Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
    Balneário Camboriú-SC

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