Arquivo da categoria: Estados Unidos

1035/ Candidatura à Presidência foi invenção da mídia, diz Bloomberg

 

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Michael Bloomberg

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, disse no domingo que nunca considerou concorrer à Presidência dos Estados Unidos e afirmou que qualquer sugestão sobre isso foi feita pela imprensa.

No início do ano, quando Bloomberg deixou o Partido Republicano, houve grande especulação de que ele planejava uma candidatura independente à Presidência em 2008, embora o prefeito negue.

Questionado se havia analisado a possibilidade, Bloomberg disse à repórteres em Blackpool: "Eu não… Os jornais brincaram com isso.. Eu sempre afirmei que não era candidato a nenhum cargo mais elevado."

Bloomberg, que está em seu segundo mandato como prefeito de Nova York, mantém o controle acionário da Bloomberg L. P., que conta com um serviço de notícias que concorre com a Reuters.

"Eu optei por não vender minha empresa, mas eu não planejo voltar a administrá-la", ele disse, acrescentando que quando deixar o cargo político provavelmente irá se dedicar à filantropia. Suas áreas de interesse são saúde pública, educação, artes e processos governamentais.

Bloomberg discursou mais cedo na conferência anual do Partido Conservador britânico, em Blackpool, e se dirigiu aos políticos conservadores norte-americanos que geraram déficits de orçamento.

"Para mim, aparentemente, o Partido Conservador no Reino Unido é muito mais conservador fiscalmente do que muitos políticos norte-americanos que se apresentam como conservadores", disse.

"Muitos deles querem gerar déficits enormes e esperam que de alguma maneira outras pessoas paguem por isso. Isso não é conservadorismo, é alquimia, ou melhor, loucura."

(Reportagem de Adrian Croft para a Reuters)

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1025/ Novos anúncios do Google reforçam interação

Do iParaiba

Por enquanto, a novidade só está disponível para um grupo selecionado de empresas que anunciam no Google.

Mas a gigante das buscas aposta que sua nova ferramenta, chamada de Google Gadget Ads, vai conseguir destaque ao oferecer mais interatividade do que as alternativas tradicionais.

A solução ainda está em fase de testes – Honda, Intel, Paramount e Pepsi-Cola são algumas das companhias que já conhecem a ferramenta. De acordo com o Google, a novidade permite aos usuários se relacionarem com os anúncios, que podem incorporar informações atualizadas em tempo real, imagens, bate-papos com celebridades e vídeos, entre outros recursos. Se gostar do que viu, o internauta pode salvar o anúncio em seu PC para exibi-lo em sites ou nos perfis de redes sociais, como Orkut, Facebook e MySpace.

A ferramenta tem plataforma aberta, o que significa que anunciantes e agências de publicidade poderão elaborar seus anúncios e inseri-los dentro da rede de conteúdos do Google. O jornal “The New York Times”, que classificou os anúncios como “minisites”, afirma que essa é uma estratégia agressiva da empresa para atrair grandes anunciantes.

Ainda de acordo com o jornal, uma grande vantagem dessa tecnologia está no fato de o usuário não ter de navegar em um site específico para ver o conteúdo. Um anúncio nesse novo formato, por exemplo, pode atualizar constantemente informações climáticas sobre uma determinada área de interesse do usuário. “Da mesma forma, os publicitários podem atrair os consumidores atualizando constantemente as mensagens exibidas nesses anúncios”, exemplifica a publicação.

1024/ Fidel diz que o mundo está ameaçado por uma grave crise econômica

Da Gazeta OnLine

O líder cubano Fidel Castro, afastado do poder para se recuperar de uma doença, disse que o mundo está ameaçado por uma "desoladora crise econômica" devido à intenção dos Estados Unidos em defender um direito que "viola a soberania dos demais países".

Em novo artigo publicado nesta quarta-feira (19) pela imprensa oficial, Fidel, que desde julho de 2006 se recupera de uma grave doença que o obrigou a delegar provisoriamente o poder a seu irmão Raúl, voltou a criticar o governo dos Estados Unidos pelo gasto de "recursos econômicos inimagináveis".

"Atualmente, o mundo está ameaçado por uma desoladora crise econômica", disse o chefe da revolução no artigo, no qual, como faz na série de "reflexões" que escreve desde o fim de março, não faz alusão ao seu estado de saúde.

Fidel, de 81 anos, acusou Washington de "continuar comprando com bilhetes de papel as matérias-primas, a energia, as indústrias de tecnologias avançadas, as terras mais produtivas e os imóveis mais modernos de nosso planeta".

Na "reflexão", intitulada "Mentiras deliberadas, mortes estranhas e agressão à economia mundial", o líder cubano se refere às manobras de espionagem feitas por Washington e pela CIA (agência central de inteligência americana) para causar a queda da extinta União Soviética, com menções a diferentes livros e documentos.

Crítica aos EUA

Fidel afirmou que os Estados Unidos "destruíram a poderosa equipe de espionagem soviética, prejudicaram a economia e desestabilizaram o Estado daquele país. Foi um grande sucesso."

"Se tivesse acontecido o contrário (se os soviéticos tivessem tomado a mesma ação contra os americanos), seria visto como um ato de terrorismo", acrescenta.

O líder cubano disse que "a URSS caiu estrondosamente" e, desde então, Cuba graduou milhares de jovens no nível superior de ensino. "Que outra arma ideológica nos resta além de um nível superior de consciência?", ressalta.

Fidel não aparece em público desde 26 de julho de 2006 e, nos 14 meses nos quais se recupera de sua doença, só foi visto em fotos e vídeos, o último em uma entrevista transmitida em 5 de junho pela televisão estatal cubana.